| Início
da Era Cristã |
A
região de Moçambique é ocupada por povos bantos. |
| Séc.VIII |
Os
árabes desenvolvem um importante entreposto comercial em Sofala, de onde
exportam ouro, ferro e cobre do reino do Zimbabué.
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| 1489 |
Pêro
da Covilhã foi o primeiro navegador português a chegar às costas de Moçambique |
| 1498 |
Vasco da Gama
desembarca na Ilha de Moçambique
Na região existem diversas
cidades-estado administradas por árabes, como Quielimane e Catembe (Maputo).
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| 1502 |
Segundo
desembarque de Vasco da Gama na Ilha de Moçambique e fundação de uma
feitoria. Moçambique fica até meados do século XVIII sob
administração da India portuguesa. |
| 1505 |
Fundação
da Feitoria de Sofala |
| 1507/8 |
Construção do
forte de de São Gabriel na Ilha de Moçambique, que se torno no
principal local da ocupação portuguesa em toda a costa. |
| 1510 |
Feitoria na Baia do
Tungue |
| 1522 |
Construção
da Igreja de Nossa Senhora das Muralhas |
| 1540 |
Os
portugueses estabelecem um entreposto comercial na povoação de Soyouna
(Sena, nas margens do Zambeze) |
| 1544 |
Fundação
de uma feitoria portugues em Inhambane |
| 1558 |
Inicio da
construção da Fortaleza de São Sebastião na Ilha de Moçambique. |
| Séc.XVI |
Os
portugueses ocupam muitos dos entrepostos árabes, e progressivamente avançam
para o interior de Moçambique, atingindo o reino da Monomotapa
no Zambézia.
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| 1607 |
Ataque
frustado dos Holandeses |
| 1614 |
Fortaleza
de S. Miguel de Chicoa |
| 1629 |
O
Reino da Monomapata aceita a soberania portuguesa. Construção de
fortificações entre os rios Zambeze e Sanháti. |
| 1671 |
É decretada a
liberdade de comércio com a cidade de Moçambique. |
| Fins
XVII | Instituição
dos Prazos |
| 1752 |
Subordinação
directa de Moçambique à Coroa Portuguesa |
| 1869 |
É
abolido o tráfico de escravos nas colónias portuguesas |
| 1875 |
Na sequência o
incremento das explorações mineiras no Transval (África do Sul) são
estabelecidos os primeiros acordos para a exportação de mão-de-obra
moçambicana. |
| 1798 |
Lacerda
e Almeida realiza uma expedição pelo rio Cunene, mas acaba por morrer no
Cazembe (Zimbabué). |
| 1822 |
A Inglaterra tenta
apoderar-se de Lourenço Marques (Maputo), apenas abandonando esta pretensão
em 1875. |
| 1869 |
Acordo
com a Republica do Transval sobre os limites da fronteira sul de
Moçambique. |
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| 1884/5 |
Conferência
de Berlim, na qual as potencias europeias dividem a África entre si. As
fronteiras de Moçambique só ficam definidas em 1891. |
| 1891 |
Inicio da
criação das grandes companhias de Moçambique que gerem e controlam
grande parte do território até final dos anos trinta do século XX. |
| 1894 |
Caminho
de Ferro de Maputo à Fronteira do Tranval |
| A Alemanha evoca
direitos de propriedade sobre a Baia de Quionga. Estes territórios só foram
recuperados após a 1ª. Guerra Mundial (1914-1918). |
| 1895 |
Mousinho
de Albuquerque, prende Gungunhana, o chefe dos Vátuas, em Chaimite. Os
Vátuas foi um dos povos moçambicanos que mais resistiu à ocupação colonial. |
| 1897 |
Morte
de Magiguane, o último dos grandes chefes tradicionais moçambicanos que se
opunha ao colonialismo. |
| 1899 |
Linha
de Caminhos de Ferro da Beira até Untali (Rodésia Sul).Construção de
outras linhas (Maputo a Goba na Suazilandia, Inhambane a Inharrine). |
| 1907 |
Transferência da
capital de Moçambique da Ilha do mesmo nome, para o continente. |
| 1910 |
Após
a implantação da 1ª.República em Portugal (1910-1926),
desencadeia-se um intenso esforço de desenvolvimento deste território
(portos, vias de comunicação, escolas, plantações, etc). |