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Literatura
A
literatura Cabo-verdiana cedo se singularizou entre todas as produzidas nas
antigas colónias portuguesas, nomeadamente pela forma como combinou a
expressão portuguesa e a crioula. A
revista Claridade (1936), constituiu um marco neste processo, onde se destacam
autores e obras como: Jorge
de Barbosa: Arquipélago, Ambiente, Caderno de Um Ilhéu.
Baltasar
Lopes: Chiquinho
Manuel
Lopes: Chuva Braba, Flagelados do Vento Norte.
António
Aurélio Gonçalves:
Gabriel
Mariano:
Nuno
de Miranda:
Teobaldo
Virgínio:
Manuel
Ferreira (escritor português de temáticas cabo-verdianas): Morabeza, Aventura
Crioula, contos, etc.
etc.
etc.
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