Mundo

 

A Organização Mundial das Migrações (OIM)

calculava, em 2001, que existiam em todo o mundo cerca 

de 30 milhões de imigrantes em situação ilegal. A única certeza 

que se tem é que o seu número não pára de aumentar. 

Sinal mais que evidente que os problemas que provocam 

esta migração de último recurso persistem.


 

Estatísticas da Emigração Mundial

Em todo o mundo existem 175 milhões de emigrantes (3% da população mundial). Os países com mais emigrantes são os EUA (35 milhões), a Federação Russa (13,3 milhões), seguidos da Alemanha (7,3 m.), Ucrânia (6,9 m.), França e Índia (6,3 m.), Canadá (5,8m.), Arábia Saudita (5,3 m.), Austrália (4,7 m.). Mais

 

 

Tráfico de Seres Humanos

Um dos negócios mais lucrativos a nível mundial é o do tráfico de seres humanos. Ele alimenta as redes de prostituição, mas também da escravatura e da guerra. Mais

 

 
 

Fuga de Cérebros

Um obstáculo ao desenvolvimento

Em breve neste local !

 

 

A Imigração e as Suas Causas

As causas da imigração são quase sempre as mesmas: a fuga à pobreza, desemprego, destruição do meio ambiente, guerra, violência, perseguição política ou religiosa. Neste campo, não é fácil distinguir por vezes, a fronteira entre o imigrante e o refugiado. Ambos fogem a uma situação intolerável que os obriga a deixar a terra onde nasceram. Imigra-se também para aproveitar oportunidades de emprego que se oferecem em alguns países que carecem de mão-de-obra.. 

A imigração legal, apesar do que se afirma, constitui o principal meio de migração das pessoas. O envelhecimento das populações dos países economicamente mais desenvolvidos, implica um contínuo recurso à mão-de-obra estrangeira. O mundo conta actualmente, segundo a OIM, com cerca de 150 milhões de imigrantes.

A imigração ilegal, tem vindo contudo a crescer, constituindo actualmente um próspero negócio para as redes de tráfico de seres humanos que operam em todo o mundo. 

A imigração não é um mal, muito pelo contrário, inúmeros exemplos históricos mostram que a mesma tem constituído um poderoso meio para o desenvolvimento cultural, social e económicos da humanidade. 

Urge todavia combater as causas da imigração que se apresenta como a única alternativa para a sobrevivência das pessoas, e que é objecto de exploração de redes de tráfico de seres humanos. Para isso impõe-se, nesta aldeia global, entre outras as seguintes medidas: adopção de uma diplomacia preventiva; um maior empenho na ajuda aos países do hemisfério sul; sanções duríssimas para com os regimes que não respeitem os direitos humanos. 

Em (Fotografia de Matias Costa

m às costas da 

Imigrantes clandestinos africanos chegam às costas de Espanha. Um drama que se repete diariamente e que provoca desde finais dos anos noventa um número indeterminado de mortes.

 

 

 

 

Casos em Análise

1.China: A Exportação Silenciosa de Imigrantes

2. Os grandes importadores: EUA, Canadá, Austrália e Suiça.  

 

 
 

Refugiados: Um Drama que Assola o Mundo

Conflitos armados, perseguições políticas, religiosas e étnicas, a que se juntam brutais catástrofes físicas têm provocado milhões de mortos e cortejos intermináveis de populações em fuga por todo o mundo. A maioria destes dramas podiam ser evitados, outros nem tanto, embora quase sempre pudessem ser reduzidos o número de mortes. Uma coisa é certa o panorama a nível mundial é assustador.

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Refugiados na Europa

Nos últimos três anos, o número de refugiados que acorreram à Europa aumentou de forma brutal revelando as crescentes desigualdades que assolam o mundo.

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Genocídios

A tentativa de extermínio de povos inteiros chegou até aos nossos dias, sendo justificada quase sempre pelas mesmas razões de sempre: conquista de territórios e apropriação das suas riquezas, conflitos religiosos, tribais ou raciais, escravização de povos, etc. Estes genocídios não tem um território definido, nem sequer são apanágio de um qualquer continente, povo, cultura, religião ou nível de desenvolvimento económico.

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Rotas da Escravatura

Em tempos de imigração massiva dos países mais pobres para os mais desenvolvidos, como os que integram a União Europeia, multiplicam-se os estudos e as publicações sobre as rotas da escravatura entre o século XV e finais do século XIX. Neste imenso negócio em que participaram as grandes potências coloniais europeias da altura (Portugal, Inglaterra, França, Espanha, Holanda, etc), muitos milhões africanos foram vendidos como escravos para trabalharem não apenas na Europa, mas sobretudo nas colónias europeias do outro lado do Atlântico.

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Fome no Mundo

Milhares de africanos morrem todos os dias à fome, mas o seu drama pouco atenção já provoca nas antigas potências coloniais que as exploraram durante séculos. Um drama que se repete em vastas regiões da Ásia e da América Latina.

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